Curiosidades

Há quanto tempo existe o Rio Scenarium?

A casa existe desde 1999. Inicialmente, o Rio Scenarium instalou-se em dois imóveis geminados, de números 18 e 20 da Rua do Lavradio. Estes imóveis, a princípio, foram alugados; posteriormente, adquiridos em leilões públicos. Eles eram ocupados com mobiliário de época e objetos antigos e seu acervo servia de cenário para produções de televisão, cinema, teatro e comerciais, entre outras.



Quando o Rio Scenarium começou a funcionar como um centro cultural?

Foi em outubro de 2001, quando inauguramos o Rio Scenarium – Pavilhão da Cultura, com uma programação regular de música, espetáculos de teatro e exposições. Além disso, tínhamos um bar e um restaurante, funcionando apenas no andar térreo, e um pequeno teatro no terceiro piso. O restante dos espaços superiores continuava servindo à exposição de moveis e objetos antigos para locação. Com o sucesso da programação, gradativamente os andares superiores foram também sendo adaptados e transformados em restaurante e bar com música ao vivo. Isso acabou inviabilizando a continuidade do projeto teatral, por causa dos ruídos provocados pelo funcionamento do bar-restaurante que interferiam nos espetáculos.



Como foi a expansão do projeto?

Mais dois imóveis foram incorporados ao Rio Scenarium - Pavilhão da Cultura: os de números 15 e 17 da Rua Visconde do Rio Branco, que hoje estão interligados ao prédio principal através de duas modernas passarelas metálicas.

 

No térreo, foi instalada uma moderna copa e cozinha industrial, equipada com câmaras fria e frigorífica, sala de manipulação de alimentos e banheiros para o público. Atualmente está sendo adaptada também uma sala de espetáculos. No segundo piso, foram instalados os escritórios, um pequeno armazém para atender o bar e restaurante, além de salas para abrigar o acervo de mobiliário e objetos voltados à locação para cenários.



Por que o nome Rio Scenarium?

Os sócios da casa, que há alguns anos são proprietários do antiquário Antique Center, localizado no número 28 da rua do Lavradio, resolveram montar este novo espaço apenas para locação. A idéia era atender a uma demanda do mercado do Rio de Janeiro, principalmente junto às produções da TV Globo, produtoras de vídeo e cinema, além de espetáculos teatrais. Havia uma carência de acervos de móveis e objetos de época para compor os cenários.

 

Portanto, não poderia haver nome melhor para sintetizar o novo negócio do que cenário ou, ainda melhor, buscando nossa origem na língua-mãe, o latim: Rio Scenarium. Com a ampliação de nossas atividades com bar, restaurante e música ao vivo, além de apresentações teatrais e exposições de arte, nasceu o Rio Scenarium – Pavilhão da Cultura.



De que época é o imóvel do Rio Scenarium?

Os imóveis geminados, de números 18 e 20, foram projetados em 1866, por um arquiteto português, e concluídos em 1880. Isso pode ser verificado em um brasão que ornamenta a parte superior da fachada.



O que funcionava nessas casas antigamente?

As plantas originais e os depoimentos de algumas pessoas provam que nos andares superiores funcionava uma Casa de Cômodos, com doze quartos em cada um dos andares. Eles eram ocupados por famílias de baixa renda que viviam geralmente do comércio informal no Centro do Rio, nos séculos 18 e 19.

 

O andar térreo sempre foi dedicado ao comércio. Sabemos que neste andar funcionou, no início do século 19, uma casa de compra e venda de passarinhos. Depois, com a demolição das paredes internas, transformou-se numa fábrica de telas de arame. Foi a primeira fábrica de carrinhos e cestas para supermercado do Rio de Janeiro. Posteriormente, os andares foram ocupados por uma representação de máquinas Singer, com oficinas de conserto de máquinas industriais. O Rio Scenarium só se instalou em todo o imóvel em 18 de junho de 1999, funcionando como um antiquário especializado em locação.



E no prédio anexo, situado na Rua Visconde do Rio Branco?

No grande salão existia uma famosa gafieira onde funcionava o Clube Humaitá de Dança,  que era administrado por uma associação de ex-funcionários da Marinha. Na parede havia um grande quadro homenageando a cantora Emilinha Borba, que era a patrona do local.

 

Rua do Lavradio, 20- Centro Antigo – Rio de Janeiro – RJ (próximo à Praça Tiradentes)  -  Tel:(21)3147-9005

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