Relembrando as Domingueiras da década de 1970 a Orquestra Criola apresenta um programa especial para dançar no final da tarde de domingo.Eminentemente Afro Latina, no balanço da “Criola” samba-se de todo o jeito: de raiz, de roda, maxixado, choro-chorado,afoxé calangueado, tudo na pressão de seus metais, na pancada da percussão e na harmonia embalante. A Orquestra conta a experiência do Maestro Humberto Araújo.
Brilhante flautista da nova geração, Maionese dá continuidade a linhagem da flauta popular de Pixinguinha, Benedito Lacerda e Altamiro Carrilho. De quebra, ainda canta bons sambas e põe a turma para dançar com uma deliciosa seleção de maxixes.
Dois jovens intérpretes que buscam um caminho original se encontram pela primeira vez. Cantor de boa formação e pianista, Augusto faz a turma da MPB ( Djavan, Gil, etc) cair no samba, Camila ficou conhecida cantando e tocando no Sururu na Roda e ano passado lançou seu primeiro disco.
Brilhante flautista da nova geração, Maionese dá continuidade a linhagem da flauta popular de Pixinguinha, Benedito Lacerda e Altamiro Carrilho. De quebra, ainda canta bons sambas e põe a turma para dançar com uma deliciosa seleção de maxixes.
Dois jovens intérpretes que buscam um caminho original se encontram pela primeira vez. Cantor de boa formação e pianista, Augusto faz a turma da MPB ( Djavan, Gil, etc) cair no samba, Camila ficou conhecida cantando e tocando no Sururu na Roda e ano passado lançou seu primeiro disco.
Brilhante flautista da nova geração, Maionese dá continuidade a linhagem da flauta popular de Pixinguinha, Benedito Lacerda e Altamiro Carrilho. De quebra, ainda canta bons sambas e põe a turma para dançar com uma deliciosa seleção de maxixes.
Nos últimos tempos, têm surgido várias bandas de baile, cada uma buscando um caminho original para lhe caracterizar. O grupo estréia na casa, com uma mistura bem azeitada de samba e pop, com destaque para os sopros bem suingados.
Fazendo uma releitura swingada de vários clássicos do samba da época de ouro, bossa nova e sambalanço, Marcos Novato e o grupo Pimenta de Garrafa prometem colocar pra balançar a turma que gosta de riscar o chão do salão.
Nos últimos tempos, têm surgido várias bandas de baile, cada uma buscando um caminho original para lhe caracterizar. O grupo estréia na casa, com uma mistura bem azeitada de samba e pop, com destaque para os sopros bem suingados.
Fazendo uma releitura swingada de vários clássicos do samba da época de ouro, bossa nova e sambalanço, Marcos Novato e o grupo Pimenta de Garrafa prometem colocar pra balançar a turma que gosta de riscar o chão do salão.
Relembrando as Domingueiras da década de 1970 a Orquestra Criola apresenta um programa especial para dançar no final da tarde de domingo.Eminentemente Afro Latina, no balanço da “Criola” samba-se de todo o jeito: de raiz, de roda, maxixado, choro-chorado,afoxé calangueado, tudo na pressão de seus metais, na pancada da percussão e na harmonia embalante. A Orquestra conta a experiência do Maestro Humberto Araújo.
Dono de timbre encorpado e com o suingue dos que gostam de cantar samba em sincopado, Ernesto Pires faz um passeio pelos sucessos de João Nogueira, Noel Rosa, Geraldo Pereira, Cartola e outros bambas comalgumas composições próprias do seu CD Novos Quilombos.
Cantora e violonista, Marcia mostra em seu repertório, sambas que marcaram época dos renomadosChico Buarque, Gonzaguinha, Cartola, Noel, entre outros, além de clássicos da bossa nova.
Dono de timbre encorpado e com o suingue dos que gostam de cantar samba em sincopado, Ernesto Pires faz um passeio pelos sucessos de João Nogueira, Noel Rosa, Geraldo Pereira, Cartola e outros bambas comalgumas composições próprias do seu CD Novos Quilombos.
Com um belo timbre de voz e uma interpretação irreverente, João Grillo mostra em seus dez anos de carreiraum repertório com grandes clássicos como Roberto Ribeiro, Cartola, Paulinho da Viola e outros.
Dono de timbre encorpado e com o suingue dos que gostam de cantar samba em sincopado, Ernesto Pires faz um passeio pelos sucessos de João Nogueira, Noel Rosa, Geraldo Pereira, Cartola e outros bambas comalgumas composições próprias do seu CD Novos Quilombos.
Com um belo timbre de voz e uma interpretação irreverente, João Grillo mostra em seus dez anos de carreiraum repertório com grandes clássicos como Roberto Ribeiro, Cartola, Paulinho da Viola e outros.
Idealizado e liderado por Júnior Parente o grupo traz na sua essência o samba e o choro cariocas. Inspirado nos grandes mestresdo Rio de Janeiro, o grupo valorizaharmonias e melodias geniais que vai desde Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Nelson Cavaquinho, Cartola e tantos outros fabulosos.
A Velha Guarda relembra os bons tempos de Noel e seus parceiros como Braguinha, Ismael Silva e até a polêmica briga com Wilson Batista e vai até Martinho da Vila contagiando e alegrando a pista de dança.
Idealizado e liderado por Júnior Parente o grupo traz na sua essência o samba e o choro cariocas. Inspirado nos grandes mestresdo Rio de Janeiro, o grupo valorizaharmonias e melodias geniais que vai desde Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Nelson Cavaquinho, Cartola e tantos outros fabulosos.
A Velha Guarda relembra os bons tempos de Noel e seus parceiros como Braguinha, Ismael Silva e até a polêmica briga com Wilson Batista e vai até Martinho da Vila contagiando e alegrando a pista de dança.
A dupla faz um passeio pelo samba, choro, baião, frevo e bossa nova. O público é convidado a se inserir nessa atmosfera de notas que a todos incendeia e, para dar um charme, a voz fabulosa de Áurea Martins.
O conjunto do pianista Kiko Continentino transita pelo choro, bossa-nova e samba-jazz com muito swing e balanço. Grupo despojado e sofisticado ao mesmo tempo tem um repertório onde figuram obras de Ernesto Nazareth, Vinícius, Caymmi, Pixinguinha, Jobim, cartola, Donato, Baden, Djavan, entre outros.
Samba na véia resgata os sambas e bossas das décadas de 60 e 70 passando aos atuais dias de hoje com o sambarock e sambalanço, também no repertório Paulinho da Viola, Chico Buarque e Cartola.
O conjunto do pianista Kiko Continentino transita pelo choro, bossa-nova e samba-jazz com muito swing e balanço. Grupo despojado e sofisticado ao mesmo tempo tem um repertório onde figuram obras de Ernesto Nazareth, Vinícius, Caymmi, Pixinguinha, Jobim, cartola, Donato, Baden, Djavan, entre outros.
Samba na véia resgata os sambas e bossas das décadas de 60 e 70 passando aos atuais dias de hoje com o sambarock e sambalanço, também no repertório Paulinho da Viola, Chico Buarque e Cartola.
Em nove anos de parceria fizeram mais de 100 músicas juntos. E apesar da intimidade com o bairro boêmio, Tuninho e Marceu advertem: não são sambistas. São músicos que também fazem samba.
A banda prova ao vivo que o repertório eclético e o swing, misturados a uma pitada de irrever”encia podem fazer uma diferença no estilo apresentado pela banda.
Em nove anos de parceria fizeram mais de 100 músicas juntos. E apesar da intimidade com o bairro boêmio, Tuninho e Marceu advertem: não são sambistas. São músicos que também fazem samba.
A banda prova ao vivo que o repertório eclético e o swing, misturados a uma pitada de irrever”encia podem fazer uma diferença no estilo apresentado pela banda.
Em nove anos de parceria fizeram mais de 100 músicas juntos. E apesar da intimidade com o bairro boêmio, Tuninho e Marceu advertem: não são sambistas. São músicos que também fazem samba.
O cantor e compositor Gabriel Versiani se apresenta acompanhado por Carol D'Ávila, Rodrigo Scofield e Rodrigo Sebastian . No repertório, muito samba jazz, bossa nova e clássicos do samba, além de composições próprias do CD de estréia do cantor, homônimo, lançado em 2009 no formato SMD. Para conhecer mais o Gabriel acesse: www.myspace.com/gabrielversiani
Gilmar coloca literalmente a "boca no trombone", com um repertório eclético que vai da gafieira ao instrumental passando pelo chorinho de uma forma descontraída para dançar.
O cantor e compositor Gabriel Versiani se apresenta acompanhado por Carol D'Ávila, Rodrigo Scofield e Rodrigo Sebastian . No repertório, muito samba jazz, bossa nova e clássicos do samba, além de composições próprias do CD de estréia do cantor, homônimo, lançado em 2009 no formato SMD. Para conhecer mais o Gabriel acesse: www.myspace.com/gabrielversiani
Ela faz um passeio pelo gênero musical brasileiro mais genuíno. De Cartola a Paulinho da Viola e Arlindo Cruz, de Nelson Cavaquinho a João Nogueira, passando pela bossa nova de Tom Jobim.
Um dos mais respeitados solistas do Brasil o bandolinista Déo Rian, apresentará no repertório músicas do premiado CD Inéditos de Jacob do Bandolim V.II.
O grupo nasceu do encontro de jovens estudantes da escola de música, valorizando os gêneros e estilos mais representativos da música brasileira como o choro, samba, xotes e maxixes.
Um dos mais respeitados solistas do Brasil o bandolinista Déo Rian, apresentará no repertório músicas do premiado CD Inéditos de Jacob do Bandolim V.II.
O grupo nasceu do encontro de jovens estudantes da escola de música, valorizando os gêneros e estilos mais representativos da música brasileira como o choro, samba, xotes e maxixes.
Um dos mais respeitados solistas do Brasil o bandolinista Déo Rian, apresentará no repertório músicas do premiado CD Inéditos de Jacob do Bandolim V.II.
A música é delas. Na Orquestra Lunar todas as integrantes são mulheres. Mulheres dos instrumentos, mulheres da voz e, claro, mulher como tema das canções. O primeiro CD do grupo formado em 2005 sai pelo selo da Rádio Mec em parceria com a Rob Digital. A Orquestra já é campeã desde a formação. O vozeirão de Áurea Martins é patrimônio cultural do carioca que deveria ser mais valorizado. Só por cooperar nessa doce tarefa, a Orquestra Lunar já marca muitos pontos. Grande cantora da noite com 40 anos de carreira, Áurea tem vários trabalhos, mas seu mais recente CD independente foi reeditado pela Biscoito Fino, aumentando sua possibilidade de ser ouvida. Tomara que seja apenas o início, já que a cantora tem talento de sobra para ter maior destaque no cenário musical. A prova está nessa brilhante participação no grupo.Além de Áurea, a Orquestra Lunar soma com a voz de Vika Barcellos e o acompanhamento de Sheila Zagury (piano), Mônica Ávila (sax e flauta), Kátia Preta Nascimento (trombone de vara), Sueli Faria (sax e flauta), Manoela Marinho (violão e cavaquinho), Geórgia Câmara (bateria e pandeiro), Luciana Requião (baixo) e Samantha Renno (percussão). Fátima Guedes presenteia a Orquestra com “Garrafas ao mar”. E a pianista Delia Fischer presenteia o grupo e participa da sua “Das plantas”, parceria com Thiago Picchi. Única composição de uma integrante da Orquestra, “Sete neguinhos” ganhou arranjo da própria autora, Mônica Ávila. Em um disco de teor feminino não podia faltar Sueli Costa, que está presente em “Voz de mulher”, com letra de Abel Silva. A contemporânea Marina Lima é lembrada com uma surpreendente versão para o hit “Grávida” enquanto a precursora Chiquinha Gonzaga encerra o cd com seu clássico “Corta jaca”.Dos melhores momentos do disco, o samba “Quem sou eu pra perdoar” tem participação especial de Ana Costa dividindo a linha de frente com Vika. Delicioso resgate, a parceria de Carolina Cardoso de Menezes e Armando Fernandes foi lançada originalmente em 1952 pelo grupo Quatro Ases e um Coringa. O lançamento em cd coroa a história de um grupo que nasceu nos palcos. Nessa saudável nova onda de retomar a formação das orquestras de dança, um grupo formado somente por mulheres faz a diferença. Esse toque feminino da Orquestra Lunar vem a somar, com muitas histórias paralelas e talento de sobra.
A música dos grandes mestres com uma roupagem diferente e original. Pixiguinha, Cartola, Tom Jobim, Noel Rosa e Moacir Santos fazem parte desse repertório eclético.
A música é delas. Na Orquestra Lunar todas as integrantes são mulheres. Mulheres dos instrumentos, mulheres da voz e, claro, mulher como tema das canções. O primeiro CD do grupo formado em 2005 sai pelo selo da Rádio Mec em parceria com a Rob Digital. A Orquestra já é campeã desde a formação. O vozeirão de Áurea Martins é patrimônio cultural do carioca que deveria ser mais valorizado. Só por cooperar nessa doce tarefa, a Orquestra Lunar já marca muitos pontos. Grande cantora da noite com 40 anos de carreira, Áurea tem vários trabalhos, mas seu mais recente CD independente foi reeditado pela Biscoito Fino, aumentando sua possibilidade de ser ouvida. Tomara que seja apenas o início, já que a cantora tem talento de sobra para ter maior destaque no cenário musical. A prova está nessa brilhante participação no grupo.Além de Áurea, a Orquestra Lunar soma com a voz de Vika Barcellos e o acompanhamento de Sheila Zagury (piano), Mônica Ávila (sax e flauta), Kátia Preta Nascimento (trombone de vara), Sueli Faria (sax e flauta), Manoela Marinho (violão e cavaquinho), Geórgia Câmara (bateria e pandeiro), Luciana Requião (baixo) e Samantha Renno (percussão). Fátima Guedes presenteia a Orquestra com “Garrafas ao mar”. E a pianista Delia Fischer presenteia o grupo e participa da sua “Das plantas”, parceria com Thiago Picchi. Única composição de uma integrante da Orquestra, “Sete neguinhos” ganhou arranjo da própria autora, Mônica Ávila. Em um disco de teor feminino não podia faltar Sueli Costa, que está presente em “Voz de mulher”, com letra de Abel Silva. A contemporânea Marina Lima é lembrada com uma surpreendente versão para o hit “Grávida” enquanto a precursora Chiquinha Gonzaga encerra o cd com seu clássico “Corta jaca”.Dos melhores momentos do disco, o samba “Quem sou eu pra perdoar” tem participação especial de Ana Costa dividindo a linha de frente com Vika. Delicioso resgate, a parceria de Carolina Cardoso de Menezes e Armando Fernandes foi lançada originalmente em 1952 pelo grupo Quatro Ases e um Coringa. O lançamento em cd coroa a história de um grupo que nasceu nos palcos. Nessa saudável nova onda de retomar a formação das orquestras de dança, um grupo formado somente por mulheres faz a diferença. Esse toque feminino da Orquestra Lunar vem a somar, com muitas histórias paralelas e talento de sobra.
A música dos grandes mestres com uma roupagem diferente e original. Pixiguinha, Cartola, Tom Jobim, Noel Rosa e Moacir Santos fazem parte desse repertório eclético.